O que a M. mudou desde que foi mãe…

O que a M. mudou desde que  foi mãe…

Desde que a M. se tornou mãe que a  conta nas livrarias aumentou consideravelmente. Ela nunca foi dada a grandes leituras, e nunca comprou muitos livros, mas desde que a Bebecas nasceu a biblioteca cá de casa já aumentou consideravelmente. Não quer dizer que os livros estejam todos lidos (essa é outra história), mas ao menos estão cá.

O mercado está carregado sobre livro para bebés. Meus senhores, a teoria é muito bonita, sim senhor, mas na prática nem sempre a coisa corre da mesma forma. Vamos a factos. Na foto que tirei para ilustrar esta foto estão sete livros sobre bebés. A uma média de 200 páginas por livro (uns têm mais, outros têm menos) estamos a falar de 1400 (!) páginas a falarem exclusivamente sobre bebés. Muitas páginas. Demasiadas páginas para mim. E para a M. também, porque ainda não conseguiu ler tudo, e continua a armazenar livros. Se já isto não bastasse, acontece que depois de várias leituras o problema maiorcá em casa  continua: a Bebecas não é muito amiga de dormir, e na hora da refeição tem dias… Se for leite fornecido diretamente da fonte (das maminhas da mãe, portanto), tudo bem, agora para comer sopa, fruta, outra coisa qualquer, nem sempre é fácil. É o que digo: teoria e prática não combinam nos bebés.

Livros à parte, há uma coisa que maravilhosa que acontece às jovens mães. Elas passam a dar razão aos maridos. Nosso Senhor Jesus Cristo seja louvado. Não será preciso gastar muitas palavras para explicar que as mulheres raramente dão razão aos homems seja no que for. Estamos todos de acordo sobre esto assunto, certo? Certo… Mas algo de milagrosa aconteceu no último fim-de-semana. O local continua  a ser o mesmo do último post: o Centro Comercial Colombo.

M. – Há um livro que tenho de comprar por causa da bebé

Eu – Outro? Já não é literatura a mais  lá em casa, para um curto espaço de tempo?

M. – (…)

Eu – Tu ainda não leste os livros todos que temos em casa, por isso acho que devemos comprar  o próximo livro quando lermos todos aqueles livros.

M. – Esse é um assunto sobre o qual não quero discutir porque tens razão, mas eu preciso mesmo do livro.

A conversa não continuou porque eu entretanto fui à loja comprar confetis, serpentinas, e outras coisas que tais para comemorar a primeira vez que a M. me deu genuinamente razão. Sem qualquer desculpa de outro calibre para não me dar razão. E isto, meus senhores e minhas senhoras,  é de comemorar. Bravo!

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