As mães marcam posição desde o início

Desde que a minha filha nasceu que  apelido adotámos cé em casa foi Bebecas. Surgiu naturalmente. Não sei já ao certo baseado em quê,  mas surgiu. Tudo certo… Acontece que a partir de certa altura, a M. passou a chamar a nossa Bebecas de  “Cocas”. Não me perguntem porquê, porque eu não sei explicar. E ela também não o quis fazer…

Só se foi aos arames quando por uma vez que também chamei a Bebecas  de Cocas.  Nem passados dois segundos, ela marcou logo a sua posição. E isto aconteceu logo nos dois primeiros dois meses de vida.

M. – Não, tu não podes chamar esse nome. Esse é o nome que eu chamo.

Eu – E eu não posso chamar

M. – Não, só eu…

Eu – Mas porquê?

M. – Não interessa. Esse é o meu apelido.

E pronto, acabou assim a nossa conversa. É isto jovens papás. Preparem-se. Em alguma altura deste início de caminhada as mãe vão marcar a sua posição. A M. foi com o apelido exclusivo que quer chamar à nossa Bebecas, mas, ao que me parece, pode acontecer em várias outras situações. 

É uma coisa de mulheres. Sentem a necessidade de sentir uma ligação especial e exclusiva. O que vai conta a conversa das coisas serem sempre feitas as dois, e sermos os dois a ligar-nos ao bebé. Mas pronto, é deixar a andar e respeitar. Um dia talvez tenha respostas concretas.  

Entretanto, surgiu um novo apelido. E este já podemos chamar os dois à vontade. Bebemolas. É uma mistura de Bebecas com molas. O diacho da Bebecas descobriu que tem força nas penas, e que estas dão para dar pequenos pulinhos… e agora não quer outra coisa. Fica difícil ficar sentada.  

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